quarta-feira, 31 de março de 2010

desabafo

virou rotina, ou melhor, passou a fazer parte dela. perdi as contas de quantas vezes senti a necessidade de por pra fora o que eu ando sentindo. sim, isso faz parte do meu presente. não que eu costumasse a esconder os sentimentos, talvez eles simplesmente não fossem tão intensos a ponto de dividi-los. não sei, não sei e não sei. de novo, aquela mistura de sentimentos. mas até quando? até quando vou medir as palavras pra falar com ele? vou fazer de tudo para que a lembrança não tome o lugar da esperança? não sei. espero. espero, que esse amanhã, esse dia em que eu não medirei palavra nenhuma e que eu eu sei que vai chegar, não demore. aprendi que onde mora Jesus, não mora tristeza. e mesmo que eu quisesse não tenho motivos para isso, pois o que parece ser a maior dificuldade é nada perto do que Deus reserva para seus filhos. vou dormir, sem derramar lágrimas, e mesmo que elas caiam, ao amanhecer vão ter secado e meu dia nascera de novo, novo. que ninguém me deixe esquecer que eu tudo posso naquele que me fortalece. sem mais.